O mal de Parkinson é uma doença neurológica que caracteriza-se principalmente por bradicinesia (lentidão dos movimentos), rigidez muscular global e tremores focais ( em uma área do corpo) ou generalizados. Durante a evolução da doença o paciente pode apresentar alterações posturais, dificuldades para a fala e movimentos minuciosos com as mãos e desequilíbrios posturais e de coordenação.

O pilates pode ser utilizado como mais um recurso. Os exercícios lentos, solo ou utilizando aparelhos e acessórios, contribuem para a manutenção do equilíbrio, da consciência e movimentação corporal. O mais interessante do Pilates é o tratamento de reeducação neuromuscular. Os aparelhos permitem que a gente simule as atividades funcionais cotidianas, como agachar, sentar, de forma confortável para o paciente. A estimulação precoce feita com todo cuidado podem minimizar sintomas como perda do equilíbrio e encurtamento dos movimentos.

O Pilates trabalha corpo e mente!

Portanto, Pilates e Mal de Parkinson podem sim andar juntos! Mantendo a medicação controlada e o bom acompanhamento clínico e do seu instrutor de Pilates devidamente preparado para entender as dificuldades deste paciente. O maior benefício do Pilates neste caso é a melhor qualidade de vida.

Fonte: http://facafisioterapia.chakalat.net/2009/11/pilates-na-sindrome-de-parkinson.html

Beleza & Saúde - Submarino.com.br

Leave a Reply